sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Vamos limpar portugal

O Movimento Limpar Portugal (PLP) é um movimento cívico ALTRUISTA cujo objectivo é promover a educação ambiental por intermédio da iniciativa de limpar a floresta portuguesa no dia 20 de Março de 2010. http://www.limparportugal.org


IMPORTANTE: EM CASO ALGUM ACEITAMOS DINHEIRO

ADIRA AO GRUPO DO SEU CONCELHO

domingo, 1 de novembro de 2009

3ª Festa da Sopa




Está de volta mais uma edição da Festa da Sopa no Cartaxo organizada pelo Agrupamento de Escuteiros 1120 Cartaxo do Corpo Nacional de Escutas. Este evento terá lugar no Parque Municipal de Exposições já no próximo dia 28 de Novembro e terá início às 19h.

O visitante receberá, à entrada, um kit com todos os utensílios necessários ao consumo de sopa (tigela personalizada, colher, copo, pão e guardanapo). A entrada terá um custo de 5€ e dará acesso a comer tantas sopas quantas quiser as vezes que desejar!...
Haverá ainda muita animação...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Eleitos Autárquicos tomam posse

Os novos eleitos na Câmara e Assembleia Municipal do Cartaxo tomam posse no próximo dia 29, pelas 6 e meia da tarde.

Esta sexta-feira, tomam posse pelas 9 e meia da noite, os novos eleitos da Assembleia de Freguesia de Pontével.

No dia 26 de Outubro, é a vez dos novos eleitos das Assembleias de Freguesia de Vale da Pedra e da Lapa tomarem posse.

A cerimónia decorre em Vale da Pedra, pelas 9 da noite e na Lapa, pelas 9 e meia.

A tomada de posse dos eleitos do Cartaxo está marcada para 27 de Outubro, pelas 9 da noite.

No dia 28, é a vez dos eleitos das Assembleias de Freguesia de Vale da Pinta, Valada, Ereira e Vila Chã de Ourique, tomarem posse.

A cerimónia tem lugar pelas 9 da noite, em Vale da Pinta e Valada, e na Ereira e Vila Chã de Ourique, pelas 9 e meia.

feira dos santos




Centenária Feira dos Santos regressa em paralelo com a 11.ª ExpoCartaxo de 30 de Outubro a 3 de Novembro

A centenária Feira dos Santos e a 11.ª edição da ExpoCartaxo estão de regresso à cidade do Cartaxo entre 30 de Outubro e 3 de Novembro. O Campo da Feira recebe as bancas de venda de frutos secos, frutas da época e o artesanato pela mão de produtores de norte a sul do país. No pavilhão municipal de exposições, a ExpoCartaxo reúne uma grande diversidade de agentes económicos do concelho, entre os quais, produtores de vinho, numa organização promovida pela Câmara do Cartaxo em parceria com a Nersant – Associação Empresarial da Região de Santarém.

Do programa destaca-se o Dia Aberto às Empresas, às 14h30 de dia 2 de Novembro. Uma ocasião na qual a organização da ExpoCartaxo e outros visitantes terão oportunidade de saber a realidade do trabalho de algumas empresas, os seus projectos e preocupações.

Nesse mesmo dia, pelas 21 horas, serão entregues os Prémios Prestígio, que distinguem a empresa e o empresário do ano. Será no Centro de Promoção Vitivinícola do Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo. No pavilhão de exposições a noite termina com o espectáculo da banda da Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense.

A inauguração do certame está marcada para as 18 horas de dia 30 de Outubro, seguindo-se à noite um espectáculo da banda da Associação Filarmónica União Lapense. A semelhança de edições anteriores a ExpoCartaxo contará com diversos momentos de animação musical e não só.

Dia 31, pelas 22 horas, terá lugar a habitual passagem de modelos da Casa das Peles. No domingo, 1 de Novembro, feriado nacional e dia de Todos-os-Santos, haverá espectáculo com a secção infantil do Rancho Folclórico do Cartaxo (15 horas), demonstração de karaté do Dojo Amicale Cartaxo (17h30) e espectáculo do Grupo de Cavaquinhos da Sociedade Filarmónica Cartaxense (21h30). Às 16 horas, na praça de touros do Cartaxo tem lugar a corrida de encerramento da época tauromáquica com os cavaleiros Ana Batista e José Manuel Duarte como cabeças de cartaz, os grupos de forcados amadores de Coruche e de Azambuja e touros do curro de Dias Coutinho. O último dia da ExpoCartaxo, 3 de Novembro, o encerramento do evento dá-se pelas 21 horas.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

2º Congresso do caracol


Na sequência do sucesso alcançado na 1º edição, pretende o Agrupamento 1120 do Cartaxo (do Corpo Nacional de Escutas) realizar o 2º Congresso do Caracol nos próximos dias 3, 4 e 5 de Julho no Pavilhão de Exposições do Cartaxo.


No dia 3 o pavilhão estará aberto das 18h às 2 horas, no dia 4 das 15h às 2 horase no dia 5 das 15h às 21 horas.


A entrada no 2º Congresso do Caracol será livre.


O visitante poderá experimentar, nas várias tasquinhas, modos muito diferentes de confecção de caracol assim como passar momentos bastante agradáveis.


Apareçam!

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Concurso de pessoal dá polémica

A Câmara do Cartaxo anunciou em Diário da República o resultado de um concurso público para 14 chefes de secção, mas a sua publicação é irregular e vai dar uma enorme dor de cabeça à autarquia. Em causa está a homologação dos resultados finais, publicados em DR a 26 de Dezembro, e assinada pelo vice-presidente da Câmara, Francisco Casimiro. Legalmente, o vereador não o pode fazer porque é o presidente do júri do concurso.
Em casos normais, a homologação dos resultados caberia ao presidente da Câmara, mas Paulo Caldas está impedido por conflito de interesses. O seu pai, Vítor Varela Caldas, é um dos concorrentes e até ficou no 2º lugar, sendo o novo chefe da secção de sinalização e trânsito. Sendo assim, a homologação teria que ser feita por todo o executivo municipal, enquanto órgão colegial, só que também não foi. Na verdade, os três vereadores da oposição só souberam deste imbróglio jurídico já depois dos resultados terem sido publicados em DR.
As irregularidades e as reclamações apresentadas pelos concorrentes foram levantadas na última Assembleia Municipal, a 30 de Dezembro, pelo eleito do Bloco de Esquerda, Francisco Colaço. No final da sessão, Paulo Caldas tentou convocar para o dia seguinte uma reunião de emergência para que os vereadores da oposição aprovassem os resultados, mas estes recusaram-se. "Fomos apanhados de surpresa porque nem sabíamos da existência do concurso", disse ao nosso jornal Manuel Jarego, do PSD. "Quando percebemos o que se estava a passar, é óbvio que lhe dissemos que não, porque este tipo de expedientes são de uma baixeza extrema e nenhum de nós está disposto a compactuar", acrescenta Mário Júlio Reis, da CDU.
O presidente da Câmara acabou por agendar para quarta-feira, 7 de Janeiro, uma reunião de Câmara onde um dos pontos da ordem de trabalhos era precisamente a "ratificação do acto de homologação da acta" do concurso, mas foi o próprio Paulo Caldas quem pediu a retirada do ponto.
A autarquia decidiu "enviar toda a documentação inerente a este concurso para apreciação da Inspecção Geral da Administração do Território (IGAT), com conhecimento à Inspecção Geral de Finanças (IGF), pelas eventuais consequências financeiras dos actos praticados", afirmou Paulo Caldas. Acrescentou que "este concurso foi trazido para o campo da batalha política e partidária como arma de arremesso ao presidente da Câmara, à própria Câmara e aos seus serviços", e que os autores das denúncias "nunca pensaram nas vidas dos 14 funcionários envolvidos".

Secções não têm pessoal que justifique chefias
Aberto em DR a 19 de Agosto de 2008, o "concurso interno de acesso geral para provimento de 14 lugares de chefe de secção" na Câmara do Cartaxo é um processo difícil de explicar desde o início. As secções estão inscritas no organograma da autarquia, em vigor desde Dezembro de 2007, mas parte delas não têm funcionários.
É o caso da secção de sinalização e trânsito, onde o novo chefe é o pai do presidente da Câmara, Paulo Caldas. Para mais, Vítor Varela Caldas, 2º classificado, está actualmente em comissão de serviço como chefe de gabinete da vereadora Rute Ouro, que foi vogal efectiva do júri.
O primeiro classificado é um dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL), que não presta serviço na Câmara há cerca de 17 anos. Apesar de se prever que vá manter a sua actividade como dirigente sindical, Arménio Coito é o novo "chefe" da única técnica superior de património dos quadros da autarquia.
O concurso teve várias reclamações dos concorrentes, algumas delas alegando arbitrariedade por parte do júri na avaliação dos candidatos. Uma das candidatas alega que lhe contaram apenas seis das 22 acções de formação que frequentou, quando a outros concorrentes aceitaram todas, inclusivamente algumas que não têm nada a ver com o desempenho das funções profissionais que lhe são exigidas. A mesma concorrente já apresentou queixa na Procuradoria Geral da República e no Ministério Público, entre várias outras entidades inspectivas, solicitando a impugnação do concurso.

Presidente garante que a "legalidade será cumprida"
"Tudo, mas mesmo tudo o que não estiver de acordo com a lei será sanado. Se não houver possibilidade de sanar ou corrigir eventuais erros, então o concurso será anulado", garantiu ao nosso jornal Paulo Caldas, acrescentando que "nunca a Câmara aprovará algo que tenha seguido procedimentos irregulares, até porque isso configura um acto nulo".
Sobre a necessidade de abrir concurso para 14 chefes de secção que, na prática, não têm funcionários, o autarca explica que a última revisão orgânica, concluída em Dezembro de 2007, detectou "uma grande falta de funcionários em patamares intermédios de responsabilidade, entre o trabalhador e o director dos serviço. É essa necessidade que estamos a preencher".
Segundo Caldas, o argumento de que estas promoções vão aumentar os custos com pessoal é falso porque "quase todos os funcionários promovidos já estavam no topo da carreira e da antiguidade, pelo que os seus vencimentos não sofrem aumentos significativos".
O autarca refuta ainda qualquer tipo de insinuações políticas sobre favorecimentos pessoais ou familiares, e garante que os resultados do concurso "reflectem o mérito, o rigor dos critérios de avaliação e a competência profissional dos vencedores". "Todos os concursos têm reclamações e impugnações, resta saber se têm algum fundamento legal", acrescentou o presidente da autarquia.

Autarca do PS constituído arguido

O presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, Paulo Caldas, admitiu, esta quinta-feira, ter sido constituído arguido num processo relacionado com obras alegadamente ilegais levadas a cabo pela empresa Casa das Peles.
Paulo Caldas, eleito pelo PS, admitiu à agência Lusa, ontem, ter sido ouvido pela Polícia Judiciária na quinta-feira da semana passada, mas recusou-se a adiantar mais informação sobre o caso, alegando que o processo está em segredo de Justiça. O JN também tentou, sem efeito, obter mais esclarecimentos junto do autarca.
Segundo a agência Lusa, em causa está um processo relacionado com o facto de o proprietário da empresa Casa das Peles ter construído dois edifícios em terrenos classificados no Plano Director Municipal (PDM) como sendo agro-florestais, sem possuir licença de construção.
No primeiro mandato de Paulo Caldas - o autarca foi eleito em 2001 - terão sido levantadas duas contra-ordenações: uma, em Maio de 2002, pela construção de dois pisos com uma área de 3000 metros quadrados, e outra, em Setembro de 2003, pela edificação de um piso com cerca de 1000 metros quadrados. Nesta última, além da contra-ordenação, terá havido ordem para a suspensão das obras, tendo, em ambos os casos, sido dados prazos ao proprietário para legalizar a situação.
Contudo, segundo a Lusa, em causa estarão suspeitas do crime de denegação de justiça, o que significa que o processo de contra--ordenação não terá sido cumprido. O crime de contra-ordenação é passível de pena de prisão até dois anos ou multa até 120 dias, alargado a prisão até cinco anos se se provar que a não decisão visou prejudicar ou beneficiar alguém.
O anterior presidente da Câmara, Francisco Pereira - que presidiu à Autarquia no final do segundo mandato de Conde Rodrigues (1997/2001), actual secretário de Estado adjunto e da Justiça - disse à Lusa que se recorda de um processo relacionado com a Casa das Peles, relativo "a obras num pavilhão antigo". "Na altura, falei com o proprietário que me disse que a empresa queria crescer e se não podia construir ali teria de ir para outro lado. Disse-lhe que era importante para o concelho não perder a Casa das Peles, mas que só poderia avançar dentro da legalidade, pelo que iniciámos na altura a revisão do PDM", com vista à alteração do uso do terreno de forma a enquadrar a situação, disse.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

TRIBUNAL DO CARTAXO COM OBRAS DE RENOVAÇÃO

O Ministério da Justiça já adjudicou a obra para remodelação total do tribunal do Cartaxo, originando um investimento de 2.7 milhões de euros para a introdução de uma nova sala de audiências, acessos a deficientes e concretização de um programa de melhoria energética para oferecer melhores condições para quem usa este edifício.

Tribunal

O Palácio da Justiça do Cartaxo foi construído em 1968, não recebendo desde então grandes obras de remodelação. Estes trabalhos vão possibilitar ainda à Conservatória do Registo Civil uma entrada autónoma e directa da rua e à Conservatória do Registo Predial o aumento das suas instalações bem como uma nova área de trabalho para o Ministério Público.

Gabinete de Imprensa

18 de Janeiro de 2009

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

CÂMARA PRETENDE VENDER TERRENO DA FEIRA DOS SANTOS

A Câmara do Cartaxo colocou o terreno onde há três décadas se realiza a centenária Feira dos Santos do Cartaxo como um dos bens a alienar no Orçamento Municipal para 2009.
A vereadora Rute Ouro, com o pelouro das Finanças do município, assegurou na sessão da Assembleia Municipal de terça-feira, que essa venda será «apenas uma intenção e não ainda uma decisão», apresentando-se apenas como uma estimativa orçamental.

O terreno em causa, que está avaliado em 5 milhões de euros, tem cerca de oito hectares e localiza-se muito perto do centro da cidade.

O presidente da Câmara, Paulo Caldas (PS), prometeu aos deputados municipais que no terreno em causa «não haverá urbanismo desenfreado».

No entanto, o deputado municipal do BE rejeitou a sua alienação, considerando que está em causa a «memória cultural» dos cartaxeiros, defendendo mesmo a preservação e requalificação daquele espaço, intimamente «ligado à memória colectiva» da terra.

«A maioria socialista tem uma visão mercantilista do património municipal», acusou Francisco Colaço.

Também o líder da bancada do PSD, Vasco Cunha, defendeu a requalificação do espaço, considerando que a autarquia está apenas interessada em realizar dinheiro.

Dado a conjuntura actual e a crise no mercado imobiliário, Vasco Cunha receia que o terreno municipal possa ser vendido abaixo do seu valor real.

No entanto, Paulo Caldas prometeu que esta alienação não irá colocar em causa o certame: «Enquanto não houver um espaço alternativo para a feira o terreno não será alienado», garantiu.