segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

TRIBUNAL DO CARTAXO COM OBRAS DE RENOVAÇÃO

O Ministério da Justiça já adjudicou a obra para remodelação total do tribunal do Cartaxo, originando um investimento de 2.7 milhões de euros para a introdução de uma nova sala de audiências, acessos a deficientes e concretização de um programa de melhoria energética para oferecer melhores condições para quem usa este edifício.

Tribunal

O Palácio da Justiça do Cartaxo foi construído em 1968, não recebendo desde então grandes obras de remodelação. Estes trabalhos vão possibilitar ainda à Conservatória do Registo Civil uma entrada autónoma e directa da rua e à Conservatória do Registo Predial o aumento das suas instalações bem como uma nova área de trabalho para o Ministério Público.

Gabinete de Imprensa

18 de Janeiro de 2009

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

CÂMARA PRETENDE VENDER TERRENO DA FEIRA DOS SANTOS

A Câmara do Cartaxo colocou o terreno onde há três décadas se realiza a centenária Feira dos Santos do Cartaxo como um dos bens a alienar no Orçamento Municipal para 2009.
A vereadora Rute Ouro, com o pelouro das Finanças do município, assegurou na sessão da Assembleia Municipal de terça-feira, que essa venda será «apenas uma intenção e não ainda uma decisão», apresentando-se apenas como uma estimativa orçamental.

O terreno em causa, que está avaliado em 5 milhões de euros, tem cerca de oito hectares e localiza-se muito perto do centro da cidade.

O presidente da Câmara, Paulo Caldas (PS), prometeu aos deputados municipais que no terreno em causa «não haverá urbanismo desenfreado».

No entanto, o deputado municipal do BE rejeitou a sua alienação, considerando que está em causa a «memória cultural» dos cartaxeiros, defendendo mesmo a preservação e requalificação daquele espaço, intimamente «ligado à memória colectiva» da terra.

«A maioria socialista tem uma visão mercantilista do património municipal», acusou Francisco Colaço.

Também o líder da bancada do PSD, Vasco Cunha, defendeu a requalificação do espaço, considerando que a autarquia está apenas interessada em realizar dinheiro.

Dado a conjuntura actual e a crise no mercado imobiliário, Vasco Cunha receia que o terreno municipal possa ser vendido abaixo do seu valor real.

No entanto, Paulo Caldas prometeu que esta alienação não irá colocar em causa o certame: «Enquanto não houver um espaço alternativo para a feira o terreno não será alienado», garantiu.